Jornada Hike

Relatório Anual
2025

mais longe, juntos

R$ 2,16 bi
Patrimônio Total
4.232
Participantes
93%
Satisfação
+35 anos
Cuidando do futuro
Explorar

Sumário

Explore os capítulos do Relatório Anual de Informações 2025 da FASC Prev, enquanto acompanha toda a nossa jornada de hike.

INTRODUÇÃO

Antes de qualquer caminho,
existe uma escolha.

Jornada Hike

A Jornada HIKE traduz, de forma simbólica, a maneira como a FASC constrói sua atuação: com planejamento, constância, cuidado e visão de longo prazo. Assim como em uma trilha, avançar exige preparo, atenção ao percurso e, principalmente, a consciência de que decisões feitas hoje impactam diretamente o amanhã.

Escolher caminhar é decidir um destino, compreendendo o percurso, o ritmo possível e os cuidados necessários ao longo do trajeto. Em uma trilha, assim como em decisões importantes da vida, é preciso ter consciência do que se busca e do tempo que será dedicado a essa construção. A Jornada HIKE nasce dessa lógica. Uma caminhada feita em dupla ou em equipe, em que cada passo importa e ninguém avança sozinho. Compartilhar o percurso significa observar, apoiar, ajustar o ritmo e seguir com mais segurança, mesmo quando o terreno muda.

As decisões iniciais ainda não mostram resultados imediatos, mas determinam tudo o que vem depois. Escolher bem o caminho, planejar detalhes e manter constância são atitudes que transformam jornadas desafiadoras em uma experiência mais segura, equilibrada, sustentável ao longo do tempo e que nos permitem chegar mais longe, juntos.

Escolha da trilha
Capítulo 01

Mensagem da Diretoria

Escolha da Trilha

Toda jornada começa com uma escolha consciente.

Antes do primeiro passo, é preciso entender qual trilha faz sentido: seu nível de dificuldade, seus desafios e o objetivo da caminhada.

Não avaliar as possibilidades pode tornar o percurso mais desafiador do que o necessário. A reflexão antes da partida permite trilhar um caminho com mais consciência e menos arrependimentos ao longo do tempo.

O ano de 2025 foi marcado por importantes conquistas para a FASC. Mais do que resultados, trilhamos uma jornada de transformação e evolução!

Neste ano, mais do que nunca, essa jornada percorreu diversas unidades da BAT Brasil e alcançou ainda mais pessoas por meio dos canais digitais, mantendo firme o compromisso que cultivamos há mais de três décadas: cuidar do futuro dos nossos participantes.

É com satisfação que a Diretoria apresenta o Relatório Anual de 2025, cujo principal objetivo é reforçar a transparência e reconhecer as ações desenvolvidas pela Fundação ao longo desse período. Entre os destaques do ano, celebramos o lançamento da nova identidade visual, assim como o novo site institucional, mais moderno, intuitivo e alinhado às necessidades dos nossos públicos.

Outro marco relevante foi a reformulação do regulamento do Plano CD, a qual implementou atualizações pioneiras, que proporcionaram mais flexibilidade e aderência às melhores práticas de mercado.

No campo dos investimentos, os resultados alcançados ao longo de 2025 superaram, em grande parte, seus respectivos benchmarks e geraram ganhos reais expressivos acima da inflação, refletindo a solidez da nossa estratégia e a consistência da gestão da Fundação.

Esse desempenho foi acompanhado pelo êxito na auditoria realizada pela PREVIC, reforçando a governança e a conformidade dos nossos processos. Encerramos o período com um patrimônio de R$ 2,2 bilhões e 4.232 participantes, entre ativos e assistidos.

Seguimos convictos de que ninguém avança sozinho. Por isso, na FASC, cada passo é dado com foco no bem coletivo dos nossos participantes, fortalecendo o caminho para chegarmos cada vez mais longe #juntos.

Patrimônio Total (dez/2025)
R$ 2,16 Bi
Crescimento consistente frente ao ano anterior
Participantes
4.232
CD: 3.779 · BD: 453
Satisfação – pesquisa anual
93%
Número recorde de respostas
Auditoria PREVIC
✓ Aprovada
Reforço da governança e conformidade dos processos
Planejamento da rota
Capítulo 02

Governança

Planejamento da Rota

É preciso saber como chegar.

Mapas, sinalizações e rotas alternativas existem para orientar decisões antes da caminhada. Planejar a rota significa antecipar riscos, calcular o tempo e identificar pontos que exigem mais atenção.

O planejamento não elimina imprevistos, mas reduz impactos e evita desvios que podem custar tempo e esforço ao longo do caminho.

Diretoria Executiva
Ricardo dos Mares Guia
Diretor-Presidente
Renata Vanni de Lima
Diretora Administrativa e de Seguridade, ARPB
Alberto Duarte Brandão
Diretor de Investimentos, AETQ
Daniella dos Santos Pessanha
Diretora Jurídica
Conselho Fiscal
Christian Santana Maddalena
Presidente
Juliana Teixeira da Rocha Paranhos
Conselheira
Antonio Duarte Carvalho de Castro
Conselheiro Eleito
Conselho Deliberativo
Monique Stony Paranhos
Presidente
Julia Ivantes da Fonseca Andrade
Conselheira
Paulo Clóvis Ayres Filho
Conselheiro Eleito
Preparação física e técnica
Capítulo 03

Cenário Econômico

Preparação física e técnica

O preparo acontece antes do primeiro passo.

Condicionamento físico, conhecimento técnico e respeito aos limites do corpo são construídos com disciplina e constância. A verdade é que ninguém começa pronto. Estar preparado é um processo contínuo.

Pequenas evoluções, feitas ao longo do tempo, sustentam jornadas mais consistentes e permitem avançar com mais confiança e segurança.

Retrospectiva 2025 Análise

O ano de 2025 foi marcado pelo início do novo governo americano. Já no final de 2024 havia muita incerteza sobre como os mercados reagiriam às promessas de campanha de Donald Trump, especialmente no que dizia respeito às relações comerciais entre os Estados Unidos e outros países. Esse cenário elevou a aversão ao risco nos últimos meses de 2024, o que resultou em desempenho bastante negativo dos ativos de risco brasileiros, em especial da renda variável e dos juros pré-fixados.

Em 2025, esse movimento começou a se reverter. Já em janeiro, o mercado passou a esperar uma postura mais branda do novo governo americano em relação às tarifas, algo que não se confirmou após o anúncio das medidas no chamado “Liberation Day”. Ainda assim, a maior preocupação dos investidores era com uma possível forte valorização do dólar em relação às demais moedas, o que também não se concretizou. O que se observou foi justamente o contrário: ao longo do tempo, mesmo após o anúncio e os ajustes das tarifas, o dólar acabou se desvalorizando frente à maior parte das moedas, com destaque para as moedas de países emergentes, incluindo o Real. Esse movimento favoreceu a migração de recursos de mercados desenvolvidos para mercados emergentes, beneficiando de forma importante as bolsas desses países.

No Brasil, a valorização do Real em relação ao dólar ajudou a aliviar a inflação, contribuindo para um processo de realinhamento das expectativas, apesar da manutenção dos riscos fiscais, que ainda seguem no radar. Com a queda da inflação corrente e a melhora nas expectativas, o mercado passou a enxergar com mais clareza a possibilidade de o Banco Central iniciar um ciclo de redução dos juros. Além da entrada de recursos estrangeiros na bolsa local, cresceu a expectativa de cortes da taxa Selic ao longo de 2026, o que levou à queda das taxas de juros pré-fixadas em diversos prazos. A atuação do Banco Central, que manteve inalterada a taxa Selic e adotou uma comunicação firme e focada na importância de consolidar esse processo de reancoragem das expectativas de inflação, foi bem recebida e contribuiu para maior confiança na redução das taxas de prazo mais longo.

Assim, 2025 foi um ano marcado por eventos relevantes no cenário internacional e doméstico, mas que, ao final, trouxeram ventos mais favoráveis para os mercados, permitindo uma recuperação important dos principais ativos de risco brasileiros.



Perspectivas 2026 Projeções

Como já é de conhecimento geral, teremos eventos políticos importantes tanto no Brasil quanto no exterior. No Brasil, ocorrerão as eleições presidenciais e, nos Estados Unidos, as eleições para o Congresso e o Senado (as chamadas midterms). Também merece destaque a esperada troca de presidente do Federal Reserve, o principal banco central do mundo, cuja relevância aumentou diante da pressão que o presidente americano vem exercendo sobre o atual presidente do FED, Jerome Powell.

Apesar de ser difícil antecipar, com precisão, os resultados e os impactos de todos esses eventos, o que se observou até este início de ano foram ventos favoráveis para os ativos de risco brasileiros.

No cenário doméstico, as expectativas de mercado têm se mostrado mais positivas. A pesquisa Focus do Banco Central, que consolida as projeções de diversos participantes do mercado, indica atualmente: (i) expectativa de afrouxamento monetário relevante em 2026, com estimativa de redução de 2,75 pontos percentuais na taxa Selic ao longo do ano; (ii) continuidade da queda da inflação, com projeção de IPCA em torno de 4% em 2026, abaixo dos 4,83% de 2024 e dos 4,26% registrados no ano passado. Além disso, as expectativas de inflação de longo prazo vêm recuando de forma consistente, reflexo principalmente da postura firme do Banco Central e de dados de atividade econômica mais fracos.

No cenário externo, o ambiente também tem sido, até o momento, favorável para os ativos brasileiros. Apenas em janeiro, assistimos a três acontecimentos relevantes: a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro pelo exército americano; manifestações intensas da população iraniana contra o governo local; e novas ameaças do presidente americano em relação à Groenlândia, território pertencente à Dinamarca, país membro da Otan. Apesar da relevância desses fatos, os efeitos nos mercados foram positivos. A captura de Maduro, acompanhada da sinalização de aumento da produção de petróleo na Venezuela por empresas americanas, pressionou o preço do petróleo para baixo, o que ajudou a reduzir a inflação global. Ao mesmo tempo, as novas tensões diplomáticas envolvendo os Estados Unidos contribuíram para mais uma rodada de desvalorização do dólar em relação a outras moedas. Tanto a queda do preço do petróleo quanto a desvalorização do dólar costumam ser fatores positivos para a inflação no Brasil. Além disso, a perspectiva de valorização das moedas de países emergentes, favoreceu a migração de recursos para esses mercados, contribuindo para a queda das taxas de juros e a valorização das bolsas.

Esse quadro externo, contudo, sofreu mudança relevante a partir do fim de fevereiro, com o início da guerra entre Estados Unidos e Israel, de um lado, e Irã, de outro. O conflito, que teve como estopim uma ofensiva conjunta americano-israelense sobre o território iraniano, trouxe como principal consequência econômica o bloqueio do Estreito de Ormuz pelo regime iraniano – rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial e parcela significativa dos fertilizantes comercializados no planeta. A reação dos mercados foi imediata: o barril do tipo Brent, que encerrou 2025 em patamar próximo a US$ 70, ultrapassou os US$ 100 e, em momentos de maior tensão, superou os US$ 110, configurando o choque mais relevante no fornecimento global de energia desde a crise dos anos 1970.

Os desdobramentos desse evento tendem a reverter parte dos vetores positivos observados no início do ano. A alta do petróleo pressiona, em primeiro lugar, os preços dos combustíveis, com impacto direto sobre o diesel – insumo crítico para o Brasil. A partir do diesel, o choque se propaga pela logística, encarecendo o frete rodoviário e, por consequência, os alimentos e os bens industrializados em geral. Sobre esse canal se soma o encarecimento dos fertilizantes, insumo essencial para o agronegócio brasileiro, reforçando a pressão sobre os preços dos alimentos. Há, portanto, risco concreto de interrupção do processo de desinflação observado em 2025, com possível revisão altista nas projeções de IPCA para 2026, a depender da duração do conflito e do tempo de normalização do fluxo pelo Estreito de Ormuz.

No plano da política monetária global, o choque impõe um dilema adicional aos bancos centrais. Diferentemente de episódios anteriores, em que havia espaço para acomodar choques de oferta com afrouxamento monetário, o cenário atual combina inflação ainda acima da meta em diversas economias e juros já em patamares elevados, o que reduz a margem de manobra das autoridades monetárias. Nos Estados Unidos, dirigentes do Federal Reserve têm sinalizado postura de cautela, mantendo a política monetária "bem-posicionada para esperar e ver" os efeitos do choque sobre a inflação, que tende a rodar acima do inicialmente projetado para 2026. No Brasil, o Banco Central, que vinha construindo as condições para iniciar o ciclo de queda da Selic, pode ser levado a adiar ou moderar esse movimento, caso o choque externo se mostre persistente e contamine as expectativas de inflação. Em contrapartida, a eventual superação relativamente rápida do conflito – com reabertura do Estreito de Ormuz e acomodação dos preços do petróleo – tenderia a devolver ao cenário boa parte dos fundamentos favoráveis observados no início do ano.

Embora seja sempre difícil prever o comportamento do investidor global, a mensagem que se observa até o momento é que, apesar da importância dos eventos políticos futuros, em especial as eleições no Brasil, esses temas têm ficado em segundo plano frente às movimentações de ativos com grande peso para a economia mundial, como o petróleo e o dólar.

Em resumo, o ano de 2026 deverá ser marcado por elevado nível de incerteza, em especial no campo político, tanto no Brasil quanto no exterior. Esse quadro naturalmente pode gerar períodos de maior volatilidade nos mercados. Por outro lado, o cenário atual combina inflação em trajetória de acomodação, perspectiva de redução de juros e um ambiente externo que, até aqui, tem favorecido países emergentes como o Brasil. Esse pano de fundo, embora sujeito a mudanças, indica que, mesmo em meio às incertezas, há espaço para a continuidade de um ambiente relativamente positivo para os ativos locais no médio e longo prazos.

Este material foi produzido pela PPS com fins informativos. A PPS é uma consultoria financeira regularmente constituída, devidamente autorizada e habilitada pela CVM para prestar os seus serviços. De uso exclusivo do destinatário.
Equipamentos essenciais
Capítulo 04

Fasc em Números

Equipamentos essenciais

Escolhas certas trazem segurança ao longo do caminho.

Organizar a mochila exige critério: levar o essencial, priorizar funcionalidade e pensar na proteção necessária para cada etapa do percurso. Lembrando sempre que o excesso pesa e a falta compromete.

Equipamentos adequados oferecem suporte para enfrentar os desafios com mais estabilidade. Sendo assim, boas escolhas feitas hoje ajudam a proteger o amanhã.

Rentabilidade Plano CD


Patrocinadoras
BAT Brasil (Souza Cruz Ltda.)
Patrocinadora Principal
Fundação Albino Souza Cruz
Patrocinadora e Administradora
Perfis de Investimentos
14,35% SC 14,06% C 14,64% Mod. 17,65% Agr. Super Conservador Conservador Moderado Agressivo
Indicadores
14,32% CDI 33,95% IBOVESPA 4,26% IPCA CDI IBOVESPA IPCA
Patrimônio Total
R$ 2,163 Bi
BD: R$ 763 Mi
CD: R$ 1,400 Bi
Participantes Total
4.232
CD: 3.779
BD: 453
Benefícios Pagos
R$ 130 Mi
Total de benefícios
Contribuições Recebidas
R$ 45 Mi
 
Patrimônio por Plano
Participantes por Plano
Condições climáticas e do terreno
Capítulo 05

Destaques 2025

Condições climáticas e do terreno

O caminho muda, e é preciso estar atento.

Clima e riscos naturais influenciam diretamente a experiência da trilha. Observar o ambiente permite adaptar estratégias e ajustar expectativas.

Nem tudo está sob controle, mas a capacidade de leitura e adaptação é fundamental. Cenários se transformam, exigindo atenção contínua e decisões conscientes.

Campanha de lançamento – Novo site, marca e regulamento
  • Apresentações presenciais para ativos e assistidos em 4 unidades
  • Também realizado online para todos os participantes
  • Localidades: São Paulo, RJ – Matriz, Fábrica UDI, Usina Santa Cruz do Sul, BAT LAB – Cachoeirinha
Novo Regulamento do Plano CD
  • Inclusão do resgate parcial
  • Indicação de beneficiários
  • BPDs podem virar Autopatrocinados
  • Aposentadoria em prazo certo: extensão até 25 e 30 anos
  • Portabilidade para aposentados
  • Resgate em caso de invalidez
  • Aposentadoria por moléstia grave
Pesquisa de Satisfação
  • Número recorde de respostas obtidas
  • Taxa de aprovação de 93%
  • Reforço do compromisso de transparência com os participantes


Divulgação do novo regulamento


Comunicação com o participante
Início da caminhada
Capítulo 06

Despesas Administrativas

Início da Caminhada

Começar é diferente de planejar.

Os primeiros passos pedem atenção redobrada. Ajustar o ritmo, observar o entorno e sentir o próprio corpo fazem parte dessa fase inicial.

É no início da caminhada que o planejamento encontra a realidade. Dar o primeiro passo coloca o tempo em movimento e transforma intenção em ação. Quem não começa, não avança

Despesas Administrativas
DESPESAS ADMINISTRATIVAS (EM R$) DESCRIÇÃO 2025 2024 Pessoal e Encargos 2.711.945,62 2.477.335,73 Treinamentos/Congresso e Seminários 29.981,78 35.073,05 Viagens e Estadias 37.127,60 25.025,20 Serviços de Terceiros 1.950.765,31 2.033.154,64 Despesas Gerais 109.118,03 87.203,06 Tributos 427.378,04 442.416,56 Total 5.266.316,38 5.100.208,24
As despesas com Investimentos estão na seção Gestão dos Investimentos desse Relatório
Indicadores de Gestão


Em atendimento a CNPC nº 62/2024, os indicadores de gestão são métricas mínimas obrigatórias que as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) precisam acompanhar para avaliar, controlar e dar transparência à gestão administrativa dos planos de previdência.

INDICADORES DE GESTÃO DESCRIÇÃO EXERCÍCIO 2025 EXERCÍCIO 2024 I – Taxa de administração, em relação: Ao total de participantes e assistidos R$ 1.204,67 R$ 1.245,48 Aos recursos garantidores dos planos 0,24% 0,26% II – Taxa de carregamento, em relação: Ao total de participantes e assistidos R$ 1.204,67 R$ 1.245,48 Às contribuições de participantes e patrocinadores 2,82% 3,12% III – Despesas da gestão administrativa em relação: Ao total de participantes e assistidos R$ 1.282,44 R$ 1.198,10 Aos recursos garantidores dos planos 0,25% 0,26% Ao ativo total 0,25% 0,26% Ao fundo administrativo dos planos 99,53% 87,44% Às receitas da gestão administrativa 99,53% 87,44% Ao valor estabelecido para o exercício 98,73% 97,24% IV – As despesas com pessoal, em relação: Às receitas da gestão administrativa 53,19% 45,32% Às despesas da gestão administrativa totais 49,97% 47,11%
Navegação e orientação
Capítulo 7

Demonstrações Contábeis

Navegação e orientação

Mapas, bússolas, GPS e sinalizações ajudam a manter o caminho certo durante a trilha, especialmente quando surgem bifurcações e mudanças inesperadas no percurso.

Além de planejar antes de sair, é preciso acompanhar o trajeto enquanto ele acontece. Ajustes feitos durante o caminho ajudam a corrigir rotas, evitar desvios maiores e manter o avanço alinhado ao objetivo.

Ativo
BALANÇO PATRIMONIAL – ATIVO (R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 NOTA DISPONÍVEL 110 126 4 REALIZÁVEL 2.165.661 2.025.617 Gestão Previdencial 5.390 4.791 5 Gestão Administrativa 19 26 6 Investimentos 2.160.252 2.020.800 7 Títulos Públicos 358.487 293.307 Fundos de Investimentos 1.801.765 1.727.493 TOTAL DO ATIVO 2.165.771 2.025.743
Passivo
BALANÇO PATRIMONIAL – PASSIVO (R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 NOTA EXIGÍVEL OPERACIONAL 3.255 3.503 Gestão Previdencial 2.471 2.609 8 Gestão Administrativa 763 876 9 Investimentos 21 18 10 EXIGÍVEL CONTINGENCIAL 224 178 Gestão Previdencial 224 178 11 PATRIMÔNIO SOCIAL 2.162.292 2.022.062 Patr. de Cobertura do Plano 2.139.831 2.003.067 Provisões Matemáticas 2.167.835 2.061.893 12 Benefícios Concedidos 1.231.641 1.239.513 Benefícios à Conceder 936.194 822.380 Equilíbrio Técnico (28.004) (58.826) 13 Resultados Realizados (28.004) (58.826) Superávit Técnico Acumulado 7.428 5.073 (-) Déficit Técnico Acumulado (35.432) (63.899) Fundos 22.461 18.995 Fundos Previdenciais 22.303 18.640 14 Fundos Administrativos 158 355 15 TOTAL DO PASSIVO 2.165.771 2.025.743
DEMONSTRAÇÃO DA MUTAÇÃO DO PATRIMÔNIO SOCIAL (EM R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 VARIAÇÃO (%) A) Patrimônio Social – início do exercício 2.022.062 1.925.880 4,99% 1. Adições 304.975 248.512 22,72% Contribuições Previdenciais 45.882 42.514 7,92% Portabilidade 868 1.913 (54,63%) Outras Adições Previdenciais 292 1 29.100,00% Result. Pos. Líq. Investimentos – Gest. Prev. 252.703 198.132 27,54% Reversão Líq. Contingências – Gest. Prev. - 394 (100,00%) Receitas Administrativas 5.098 5.467 (6,75%) Result. Pos. Líq. Investimentos – Gest. Admin. 132 91 45,05% 2. Deduções (164.745) (152.330) 8,15% Benefícios (131.098) (129.423) 1,29% Resgates (16.653) (7.533) 121,07% Portabilidades (9.069) (8.456) 7,25% Repasse de Prêmio de Riscos Terceirizados (152) (142) 7,04% Desonerações de Contrib. de Patrocinador (2.300) (1.490) 54,36% Const. Líq. Contingências – Gest. Prev. - (28) (100,00%) Outras Deduções (46) - 100,00% Despesas Administrativas (5.427) (5.258) 3,21% 3. Acréscimo/Decréscimo no Patrimônio (1+2) 140.230 96.182 45,80% Provisões Matemáticas 105.942 95.341 11,12% Superávit (Déficit) Técnico do Exercício 30.822 (2.533) (1.316,82%) Fundos Previdenciais 3.663 3.074 19,16% Fundos Administrativos (197) 300 (165,67%) 4. Outros Eventos do Patrimônio Social - - 0,00% 5. Operações Transitórias - - 0,00% B) Patrimônio Social – final do exercício (A+3+4+5) 2.162.292 2.022.062 6,94%
Plano BD
MUTAÇÃO DO ATIVO LÍQUIDO – PLANO BD (R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 VARIAÇÃO (%) A) Ativo Líquido – início do exercício 773.045 778.445 (0,69%) 1. Adições 72.628 75.745 (4,12%) Result. Pos. Líq. Investimentos – Gest. Prev. 72.336 75.350 (4,00%) Reversão Líq. Contingências – Gest. Prev. - 395 (100,00%) Outras Adições 292 - 100,00% 2. Deduções (82.752) (81.145) 1,98% Benefícios (82.708) (81.113) 1,97% Resgates - (32) (100,00%) Const. Líq. Contingências – Gest. Prev. (44) - 100,00% 3. Acréscimo/Decréscimo (1+2) (10.124) (5.400) 87,48% Provisões Matemáticas (38.591) (907) 4.154,80% Superávit (Déficit) Técnico do Exercício 28.467 (4.493) (733,59%) 4. Outros Eventos do Ativo Líquido - - 0,00% 5. Operações Transitórias - - 0,00% B) Ativo Líquido – final do exercício 762.921 773.045 (1,31%)
Plano CD
MUTAÇÃO DO ATIVO LÍQUIDO – PLANO CD (R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 VARIACÃO (%) A) Ativo Líquido – início do exercício 1.248.662 1.147.380 8,83% 1. Adições 230.942 170.284 35,62% Contribuições 49.707 45.588 9,04% Portabilidade 868 1.913 (54,63%) Result. Pos. Líq. Investimentos – Gest. Prev. 180.367 122.782 46,90% Outras Adições - 1 (100,00%) 2. Deduções (80.391) (69.002) 16,51% Benefícios (48.390) (48.310) 0,17% Resgates (16.653) (7.501) 122,01% Portabilidade (9.069) (8.456) 7,25% Repasse Prêmio Riscos Terceirizados (152) (142) 7,04% Desonerações Contrib. Patrocinador (2.300) (1.490) 54,36% Const. Líq. Contingências – Gest. Prev. (2) (1) 100,00% Custeio Administrativo (3.825) (3.074) 24,43% Outras Deduções - (28) (100,00%) 3. Acréscimo/Decréscimo (1+2) 150.551 101.282 48,65% Provisões Matemáticas 144.533 96.248 50,17% Fundos Previdenciais 3.663 3.074 19,16% Superávit (Déficit) Técnico do Exercício 2.355 1.960 20,15% 4. Outros Eventos do Ativo Líquido - - 0,00% 5. Operações Transitórias - - 0,00% B) Ativo Líquido – final do exercício 1.399.213 1.248.662 12,06% C) Fundos não prev. – Fundos Admin. (197) 300 (165,67%)
Plano BD
Ativo Líquido – PLANO BD (R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 VARIAÇÃO (%) 1. Ativos 765.074 775.580 (1,35%) Disponível 7 7 0,00% Recebíveis Previdencial 931 654 42,35% Investimentos 764.136 774.919 (1,39%) Fundos de Investimentos 764.136 774.919 (1,39%) 2. Obrigações 2.153 2.535 (15,07%) Operacional 1.945 2.371 (17,97%) Contingencial 208 164 26,83% 3. Fundos não Previdenciais - - 0,00% 4. Resultados à Realizar - - 0,00% 5. Ativo Líquido (1-2-3-4) 762.921 773.045 (1,31%) Provisões Matemáticas 798.353 836.944 (4,61%) Superávit/Déficit Técnico (35.432) (63.899) (44,55%) 6. Equilíbrio Técnico Ajustado (20.121) (24.236) (16,98%) a) Equilíbrio Técnico (35.432) (63.899) (44,55%) b) (+/-) Ajuste de Precificação 15.311 36.663 61,40% c) (+/-) Equil. Técnico Ajustado (a+b) (20.121) (24.236) (16,98%)
Plano CD
ATIVO LÍQUIDO – PLANO CD (R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 VARIAÇÃO (%) 1. Ativos 1.412.903 1.278.148 10,54% Disponível 91 110 (17,27%) Recebíveis Previdencial 17.186 32.645 (47,35%) Investimentos 1.395.627 1.245.393 12,06% Títulos Públicos 358.487 293.307 22,22% Fundos de Investimentos 1.037.140 952.086 8,93% 2. Obrigações 13.532 29.131 (53,55%) Operacional 13.516 29.117 (53,58%) Contingencial 16 14 14,29% 3. Fundos não Previdenciais 158 355 (55,49%) Fundos Administrativos 158 355 (55,49%) 4. Resultados a Realizar - - 0,00% 5. Ativo Líquido (1-2-3-4) 1.399.213 1.248.662 12,06% Provisões Matemáticas 1.369.482 1.224.949 11,80% Superávit/Déficit Técnico 7.428 5.073 46,42% Fundos Previdenciais 22.303 18.640 19,65% 6. Equilíbrio Técnico Ajustado 10.636 9.289 14,50% a) Equilíbrio Técnico 7.428 5.073 46,42% b) (+/-) Ajuste de Precificação 3.208 4.216 (23,91%) c) (+/-) Equil. Técnico Ajustado (a+b) 10.636 9.289 14,50%
Consolidada
GESTÃO ADMINISTRATIVA – CONSOLIDADA (R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 VARIAÇÃO (%) A) Fundo Adm. do Exercício Anterior 355 55 545,45% 1. Custeio da Gestão Administrativa 5.230 5.558 (5,90%) 1.1. Receitas 5.230 5.558 (5,90%) Custeio Adm. da Gestão Previdencial 3.825 3.074 24,43% Custeio Adm. dos Investimentos 1.273 2.393 (46,80%) Resultado Positivo Líq. dos Investimentos 132 91 45,05% 2. Despesas Administrativas 5.427 5.258 3,21% 2.1. Administração dos Planos Previdenciais 5.427 5.258 3,21% Pessoal e encargos 2.712 2.477 9,49% Treinamentos/congressos e seminários 30 35 (14,29%) Viagens e estadias 37 25 48,00% Serviços de terceiros 2.112 2.192 (3,65%) Despesas gerais 109 87 25,29% Tributos 427 442 (3,39%) 3. Const./Reversão de Contingências Admin. - - 0,00% 4. Reversão de Recursos para o Plano - - 0,00% 5. Result. Negativo Líq. dos Investimentos - - 0,00% 6. Sobra/Insuficiência da Gestão Administrativa (197) 300 (165,67%) 7. Const./Reversão do Fundo Administrativo (197) 300 (165,67%) 8. Operações Transitórias - - 0,00% B) Fundo Adm. do Exercício Atual (A+7+8) 158 355 (55,49%)
Plano BD
GESTÃO ADMINISTRATIVA – PLANO BD (R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 VARIAÇÃO (%) A) Fundo Adm. do Exercício Anterior - - 0,00% 1. Custeio da Gestão Administrativa 1.273 2.393 (46,80%) 1.1. Receitas – Custeio Adm. Investimentos 1.273 2.393 (46,80%) 2. Despesas Administrativas 1.273 2.393 (46,80%) 2.1. Administração dos Planos Previdenciais 1.273 2.393 (46,80%) Pessoal e encargos 677 1.239 (45,36%) Treinamentos/congressos e seminários 8 18 (55,56%) Viagens e estadias 9 12 (25,00%) Serviços de terceiros 429 907 (52,70%) Despesas gerais 30 44 (31,82%) Tributos 120 173 (30,64%) 3. Const./Reversão de Contingências Admin. - - 0,00% 4. Reversão de Recursos para o Plano - - 0,00% 5. Result. Negativo Líq. dos Investimentos - - 0,00% 6. Sobra/Insuficiência da Gestão Administrativa - - 0,00% 7. Const./Reversão do Fundo Administrativo - - 0,00% 8. Operações Transitórias - - 0,00% B) Fundo Adm. do Exercício Atual (A+7+8) - - 0,00%
Plano CD
GESTÃO ADMINISTRATIVA – PLANO CD (R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 VARIAÇÃO (%) A) Fundo Adm. do Exercício Anterior 355 55 545,45% 1. Custeio da Gestão Administrativa 3.957 3.165 25,02% 1.1. Receitas 3.957 3.165 25,02% Custeio Adm. da Gestão Previdencial 3.825 3.074 24,43% Result. Positivo Líq. dos Investimentos 132 91 45,05% 2. Despesas Administrativas 4.154 2.865 44,99% 2.1. Administração dos Planos Previdenciais 4.154 2.865 44,99% Pessoal e encargos 2.035 1.238 64,38% Treinamentos/congressos e seminários 22 17 29,41% Viagens e estadias 28 13 115,38% Servicos de terceiros 1.683 1.285 30,97% Despesas gerais 79 43 83,72% Tributos 307 269 14,13% 3. Const./Reversão de Contingências Admin. - - 0,00% 4. Reversão de Recursos para o Plano - - 0,00% 5. Result. Negativo Líq. dos Investimentos - - 0,00% 6. Sobra/Insuficiência da Gestão Administrativa (197) 300 (165,67%) 7. Const./Reversão do Fundo Administrativo (197) 300 (165,67%) 8. Operações Transitórias - - 0,00% B) Fundo Adm. do Exercício Atual (A+7+8) 158 355 (55,49%)
Plano BD
DEMONSTRAÇÃO DAS PROVISÕES TÉCNICAS – PLANO BD (EM R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 VARIAÇÃO (%) Provisões Técnicas (1+2+3+4+5) 765.074 775.580 (1,35%) 1. Provisões Matemáticas 798.353 836.944 (4,61%) 1.1. Benefícios Concedidos 792.448 831.408 (4,69%) Benefício Definido 792.448 831.408 (4,69%) 1.2. Benefício à Conceder 5.905 5.536 6,67% Contribuição Definida 3.665 3.339 9,76% Saldo – parcela patrocinador(es)/instituidor(es) 3.665 3.339 9,76% Benefício Definido 2.240 2.197 1,96% 2. Equilíbrio Técnico (35.432) (63.899) (44,55%) 2.1. Resultados Realizados (35.432) (63.899) (44,55%) (-) Déficit Técnico Acumulado (35.432) (63.899) (44,55%) 3. Fundos 0,00% 4. Exigível Operacional 1.945 2.371 (17,97%) 4.1. Gestão Previdencial 1.945 2.371 (17,97%) 5. Exigível Contingencial 208 164 26,83% 5.1. Gestão Previdencial 208 164 26,83%
Plano CD
DEMONSTRAÇÃO DAS PROVISÕES TÉCNICAS – PLANO CD (EM R$ MIL) DESCRIÇÃO 31/12/2025 31/12/2024 VARIAÇÃO (%) Provisões Técnicas (1+2+3+4+5) 1.412.745 1.277.793 10,56% 1. Provisões Matemáticas 1.369.482 1.224.949 11,80% 1.1. Benefícios Concedidos 439.193 408.105 7,62% Contribuição Definida 415.364 383.978 8,17% Benefício Definido 23.829 24.127 (1,24%) 1.2. Benefício a Conceder 930.289 816.844 13,89% Contribuição Definida 928.760 814.395 14,04% Saldo – parcela patrocinador(es)/instituidor(es) 450.869 393.846 14,48% Saldo – parcela participantes 471.307 415.149 13,53% Saldo – participantes portados de EFPC 5.180 4.169 24,25% Saldo – participantes portados de EAPC 1.404 1.231 14,05% Benefício Definido 1.529 2.449 (37,57%) 2. Equilíbrio Técnico 7.428 5.073 46,42% 2.1. Resultados Realizados 7.428 5.073 46,42% Superávit Técnico Acumulado 7.428 5.073 46,42% Reserva de Contingência 5.038 5.073 (0,69%) Reserva para Revisão de Plano 2.390 100,00% 3. Fundos 22.303 18.640 19,65% 3.1. Fundos Previdenciais 22.303 18.640 19,65% 4. Exigível Operacional 13.516 29.117 (53,58%) 4.1. Gestão Previdencial 13.495 29.099 (53,62%) 4.2. Investimentos – Gestão Previdencial 21 18 16,67% 5. Exigível Contingencial 16 14 14,29% 5.1. Gestão Previdencial 16 14 14,29%
Gestão do esforço e segurança
Capítulo 08

Auditoria Independente

Gestão do esforço e segurança.

Manter um ritmo sustentável, respeitar pausas, hidratar-se e prevenir riscos são atitudes que preservam energia e segurança.

Avançar sem consciência pode comprometer toda a caminhada. A sustentabilidade do percurso está na capacidade de equilibrar esforço e cuidado, garantindo continuidade ao longo do tempo.

Acesse a auditoria independente executada pela KPMG em relação às demonstrações contábeis da FASC.



Superação de obstáculos
Capítulo 09

Parecer Atuarial

Superação de obstáculos

Em toda trilha, há trechos mais exigentes. Subidas íngremes, terrenos instáveis e o cansaço fazem parte do percurso e colocam à prova o preparo e a capacidade de adaptação.

Nesses momentos, resiliência e preparo fazem a diferença. Obstáculos não anulam a jornada — ao contrário, eles reforçam a importância do cuidado, da leitura do cenário e da persistência para seguir avançando com segurança.

Selecione o plano para ter acesso ao parecer atuarial completo



Gestão do esforço e segurança
Capítulo 10

Gestão de Investimentos

Reconhecendo o esforço

Ao chegar ao destino, é possível olhar para o percurso com mais clareza e reconhecer o impacto de cada escolha feita ao longo do caminho. Nada acontece por acaso: todas as decisões e os ajustes realizados contribuíram para o resultado alcançado. A conquista está na consciência do processo.

Comitê de investimentos

O Comitê de Investimentos é um fórum de assessoramento da Diretoria Executiva com o objetivo de analisar e monitorar a gestão de investimentos e propor ações para otimizar ativos e ganhos, minimizar riscos e aprimorar a gestão de Investimentos.

Comitê de Investimentos Ricardo dos Mares Guia Diretor Financeiro da Patrocinadora Alberto Duarte Brandão Diretor de Investimentos, AETQ Renata Vanni de Lima Diretora Administrativa e de Seguridade, ARPB Marcio Pereira Ferraz Controller Corporativo da Patrocinadora

Rentabilidade dos Investimentos

Plano BD
PLANO BD – RENTABILIDADE POR SEGMENTO SEGMENTO BRUTO 2025¹ LÍQ. 2025² BRUTO 2024¹ LÍQ. 2024² Renda Fixa 9,76% 9,76% 10,46% 10,46% Total 9,76% 9,74% 10,46% 10,11% Meta Atuarial (INPC + 4,36% a.a.) 8,43% 8,43% 9,34% 9,34% 1 Retorno Bruto: apurado pela cota dos investimentos. 2 Retorno Líquido: apurado pela variacao da cota do plano.
Plano CD
PLANO CD – RENTABILIDADE POR SEGMENTO SEGMENTO BRUTO 2025¹ LÍQ. 2025² BRUTO 2024¹ LÍQ. 2024² Renda Fixa 14,27% 14,27% 10,09% 10,09% Benchmark: CDI 14,32% 14,32% 10,88% 10,88% Renda Variável 34,16% 34,16% -9,56% -9,56% Benchmark: IBrX-100 Fech 33,45% 33,45% -9,71% -9,71% Inv. Estruturados 14,43% 14,43% 8,57% 8,57% Benchmark: CDI 14,32% 14,32% 10,88% 10,88% Inv. Exterior 7,22% 7,22% 50,62% 50,62% Benchmark: MSCI World (BRL) 6,17% 6,17% 49,65% 49,65% Total* 14,61% 14,61% 10,74% 10,75% Benchmark Composto (1) 14,53% 14,53% 11,42% 11,42% 1 Retorno Bruto: apurado pela cota dos investimentos. 2 Retorno Líquido: apurado pela variacao da cota do plano. (1) 88,45%CDI+2,55%(INPC+4,08%)+3,85%IBrX+5,15%MSCI. * Ponderação dos perfis em 31/12/2025.
Perfil Super Conservador
PERFIL SUPER CONSERVADOR – RENTABILIDADE SEGMENTO BRUTO 2025¹ LÍQ. 2025² BRUTO 2024¹ LÍQ. 2024² Renda Fixa 14,35% 14,35% 10,89% 10,89% Benchmark: CDI 14,32% 14,32% 10,88% 10,88% Total 14,35% 14,35% 10,89% 10,87% Benchmark: CDI 14,32% 14,32% 10,88% 10,88% 1 Retorno Bruto: apurado pela cota dos investimentos. 2 Retorno Líquido: apurado pela variacao da cota do plano.
Perfil Conservador
PERFIL CONSERVADOR – RENTABILIDADE SEGMENTO BRUTO 2025¹ LÍQ. 2025² BRUTO 2024¹ LÍQ. 2024² Renda Fixa 14,27% 14,27% 10,09% 10,09% Benchmark: CDI 14,32% 14,32% 10,88% 10,88% Renda Variável -9,56% -9,56% Benchmark: IBrX-100 Fech -9,71% -9,71% Inv. Estruturados 14,43% 14,43% 8,57% 8,57% Benchmark: CDI 14,32% 14,32% 10,88% 10,88% Inv. Exterior 7,22% 7,22% 50,62% 50,62% Benchmark: MSCI World (BRL) 6,17% 6,17% 49,65% 49,65% Total 14,06% 14,06% 11,07% 11,08% Benchmark Composto (1) 14,10% 14,10% 11,98% 11,98% 1 Retorno Bruto: apurado pela cota dos investimentos. 2 Retorno Líquido: apurado pela variacao da cota do plano. (1) 96,8% CDI + 3,2% MSCI World BRL.
Perfil Moderado
PERFIL MODERADO – RENTABILIDADE SEGMENTO BRUTO 2025¹ LÍQ. 2025² BRUTO 2024¹ LÍQ. 2024² Renda Fixa 14,27% 14,27% 10,09% 10,09% Benchmark: CDI 14,32% 14,32% 10,88% 10,88% Renda Variável 34,16% 34,16% -9,56% -9,56% Benchmark: 100%(IBrX-100 Fech) 33,45% 33,45% -9,71% -9,71% Inv. Estruturados 14,43% 14,43% 8,57% 8,57% Benchmark: CDI 14,32% 14,32% 10,88% 10,88% Inv. Exterior 7,22% 7,22% 50,62% 50,62% Benchmark: MSCI World (BRL) 6,17% 6,17% 49,65% 49,65% Total 14,64% 14,64% 11,18% 11,20% Benchmark Composto (1) 14,59% 14,59% 12,08% 12,08% 1 Retorno Bruto: apurado pela cota dos investimentos. 2 Retorno Líquido: apurado pela variacao da cota do plano. (1) 84,8% CDI + 5,2% IBrX + 10% MSCI World BRL.
Perfil Agressivo
PERFIL AGRESSIVO – RENTABILIDADE SEGMENTO BRUTO 2025¹ LÍQ. 2025² BRUTO 2024¹ LÍQ. 2024² Renda Fixa 14,27% 14,27% 10,09% 10,09% Benchmark: CDI 14,32% 14,32% 10,88% 10,88% Renda Variável 34,16% 34,16% -9,56% -9,56% Benchmark: 100%(IBrX-100 Fech) 33,45% 33,45% -9,71% -9,71% Inv. Estruturados 14,43% 14,43% 8,57% 8,57% Benchmark: CDI 14,32% 14,32% 10,88% 10,88% Inv. Exterior 7,22% 7,22% 50,62% 50,62% Benchmark: MSCI World (BRL) 6,17% 6,17% 49,65% 49,65% Total 17,65% 17,65% 8,87% 8,88% Benchmark Composto (1) 17,57% 17,57% 9,89% 9,89% 1 Retorno Bruto: apurado pela cota dos investimentos. 2 Retorno Líquido: apurado pela variacao da cota do plano. (1) 69% CDI + 21% IBrX + 10% MSCI World BRL.
Perfil RMV (Parcela BD)
PERFIL RMV (PARCELA BD) – RENTABILIDADE SEGMENTO BRUTO 2025¹ LÍQ. 2025² BRUTO 2024¹ LÍQ. 2024² Renda Fixa 11,21% 11,21% 10,21% 10,21% Benchmark: INPC + 4,08% 8,14% 8,14% 9,04% 9,04% Total 11,21% 11,21% 10,21% 10,22% Benchmark: INPC + 4,08% 8,14% 8,14% 9,04% 9,04% 1 Retorno Bruto: apurado pela cota dos investimentos. 2 Retorno Líquido: apurado pela variacao da cota do plano.

Modalidades de Aplicação

MODALIDADES DE APLICACAO (EM R$) DESCRIÇÃO ENTIDADE PLANO BD PLANO CD PGA Fundos de Investimentos 1.801.764.542,02 764.136.121,49 1.037.139.413,36 489.007,17 Títulos Públicos (carteira propria) 358.487.050,54 358.487.050,54 Valores a Pagar/Receber (20.654,03) (20.654,03) Caixa (adm + própria) 110.265,50 7.474,38 90.946,88 11.844,24 Total do Patrimônio da Entidade 2.160.341.204,03 764.143.595,87 1.395.696.756,75 500.851,41

Resumo dos Demonstrativos de Investimentos

Alocação dos Recursos

Entidade
ALOCAÇÃO DOS RECURSOS DA ENTIDADE (EM R$) SEGMENTOS DEZ 2025 % DEZ 2024 % DEZ 2023 % DEZ 2022 % Renda Fixa 1.925.652.605,38 89,14% 1.806.710.592,96 89,46% 1.742.228.817,04 90,36% 1.607.501.160,02 90,76% Renda Variável 54.357.927,37 2,52% 47.228.481,36 2,34% 61.251.751,37 3,18% 51.926.966,39 2,93% Inv. Estruturados 109.955.253,76 5,09% 109.986.894,97 5,45% 106.777.389,15 5,54% 92.189.882,70 5,21% Inv. Exterior 70.375.417,52 3,26% 55.657.945,99 2,76% 17.922.553,46 0,93% 19.458.319,70 1,10% Total 2.160.341.204,03 100% 2.019.583.915,28 100% 1.928.180.511,02 100% 1.771.076.328,81 100%
Plano BD
PLANO BD – ALOCAÇÃO DOS RECURSOS (EM R$) SEGMENTOS DEZ 2025 % DEZ 2024 % DEZ 2023 % DEZ 2022 % Renda Fixa 764.143.595,87 100% 774.918.944,14 100% 780.474.253,51 100% 787.080.405,38 100% Total 764.143.595,87 100% 774.918.944,14 100% 780.474.253,51 100% 787.080.405,38 100%
Plano CD
PLANO CD – ALOCAÇÃO DOS RECURSOS (EM R$) SEGMENTOS DEZ 2025 % DEZ 2024 % DEZ 2023 % DEZ 2022 % Renda Fixa 1.161.008.158,10 83,18% 1.031.303.707,25 82,89% 961.460.931,26 83,79% 819.470.498,63 83,36% Renda Variável 54.357.927,37 3,89% 47.228.481,36 3,80% 61.251.751,37 5,34% 51.926.966,39 5,28% Inv. Estruturados 109.955.253,76 7,88% 109.986.894,97 8,84% 106.777.389,15 9,31% 92.189.882,70 9,38% Inv. Exterior 70.375.417,52 5,04% 55.657.945,99 4,47% 17.922.553,46 1,56% 19.458.319,70 1,98% Total 1.395.696.756,75 100% 1.244.177.029,57 100% 1.147.412.625,24 100% 983.045.667,42 100%
PGA
PGA – ALOCAÇÃO DOS RECURSOS (EM R$) SEGMENTOS DEZ 2025 % DEZ 2024 % DEZ 2023 % DEZ 2022 % Renda Fixa 500.851,41 100% 487.941,57 100% 293.632,27 100% 950.256,01 100% Renda Variável Inv. Estruturados Inv. Exterior Total 500.851,41 100% 487.941,57 100% 293.632,27 100% 950.256,01 100%

ComparAtívo de Limites de Alocação

Plano BD
PLANO BD – COMPARATIVO DE LIMITES VS. POLITICA E LEGISLACAO SEGMENTOS ALOCAÇÃO ALVO MINIMO MAXIMO RES. 4.994 Renda Fixa 100% 100% 100% 100% 100% Renda Variável 70% Inv. Estruturados 20% Inv. Exterior 10% Resolucao CMN n. 4.994 de 24/03/2022.
CD – Renda Vitalícia
CD – LIMITES: RENDA VITALICIA* SEGMENTOS ALOCAÇÃO ALVO MINIMO MAXIMO RES. 4.994 Renda Fixa 100% 100% 100% 100% 100% Resolucao CMN n. 4.994 de 24/03/2022. * Carteira constituida em dezembro de 2022.
CD – Perfil Super Conservador
CD – LIMITES: PERFIL SUPER CONSERVADOR* SEGMENTOS ALOCAÇÃO ALVO MINIMO MAXIMO RES. 4.994 Renda Fixa 100% 100% 100% 100% 100% Resolucao CMN n. 4.994 de 24/03/2022. * Ate jan/2021 denominado Conservador Selic.
CD – Perfil Conservador
CD – LIMITES: PERFIL CONSERVADOR SEGMENTOS ALOCAÇÃO ALVO MINIMO MAXIMO RES. 4.994 Renda Fixa 90,25% 90,60% 79% 100% 100% Renda Variável 3% 70% Inv. Estruturados 6,30% 6,20% 12% 20% Inv. Exterior 3,45% 3,20% 6% 10% Resolucao CMN n. 4.994 de 24/03/2022.
CD – Perfil Moderado
CD – LIMITES: PERFIL MODERADO SEGMENTOS ALOCAÇÃO ALVO MINIMO MAXIMO RES. 4.994 Renda Fixa 70,43% 69,80% 63% 98% 100% Renda Variável 5,21% 5,20% 2% 10% 70% Inv. Estruturados 14,51% 15,00% 15% 20% Inv. Exterior 9,85% 10,00% 10% 10% Resolucao CMN n. 4.994 de 24/03/2022.
CD – Perfil Agressivo
CD – LIMITES: PERFIL AGRESSIVO SEGMENTOS ALOCAÇÃO ALVO MINIMO MAXIMO RES. 4.994 Renda Fixa 55,02% 54,00% 45% 90% 100% Renda Variável 21,02% 21,00% 10% 30% 70% Inv. Estruturados 14,37% 15,00% 15% 20% Inv. Exterior 9,59% 10,00% 10% 10% Resolucao CMN n. 4.994 de 24/03/2022.

Recursos com Gestão Terceirizada

Plano BD
PLANO BD – GESTÃO TERCEIRIZADA (EM R$) GESTOR VALOR TOTAL (R$) % GESTORES % REC. GARANTIDORES Santander 764.136.121,49 100% 35,37% Total 764.136.121,49 100% 35,37%
PGA
PGA – GESTÃO TERCEIRIZADA (EM R$) GESTOR VALOR TOTAL (R$) % GESTORES % REC. GARANTIDORES Itau 489.007,17 100% 0,02% Total 489.007,17 100% 0,02%
Plano CD
PLANO CD – GESTÃO TERCEIRIZADA (EM R$) GESTOR VALOR TOTAL (R$) % GESTORES % REC. GARANTIDORES Santander 690.441.598,51 48,56% 31,96% Itau 391.602.956,38 27,54% 18,13% Bradesco 255.440.292,52 17,96% 11,82% Genoa 16.082.586,23 1,13% 0,74% Kinea 15.437.978,41 1,09% 0,71% Kapitalo 15.216.574,90 1,07% 0,70% Capstone 13.392.121,91 0,94% 0,62% Oceana 12.279.716,41 0,86% 0,57% ACE 12.077.199,86 0,85% 0,56% Total 1.421.971.025,12 100% 65,82%

Custos Relacionados à Gestão

Plano BD
PLANO BD – CUSTOS DE GESTÃO DOS RECURSOS (EM R$) TIPO ACUMULADO 2025 Taxa de Administração (191.273,71) Taxa de Custódia (139.703,92) Taxa SELIC/CETIP/CVM (195.974,67) PIS/COFINS Outras Despesas (7.806,49) Consultorias* (80.481,08) Total (615.239,87) * Os valores referentes as despesas com consultorias são pagas pela patrocinadora, não havendo abatimento do rendimento

A gestão dos investimentos do Plano BD da FASC constitui-se de portfólio de imunização que tem estilo de gestão passivo, utilizando títulos públicos federais para tal fim, conforme estudo técnico de Asset Liability Management (ALM). O estudo técnico subsidia a Política de Investimento em suas respectivas macro alocações, definindo alvos e bandas, que são seguidas pelos gestores de recursos. A gestão de ativos é terceirizada integralmente, sendo realizada pelo Santander Asset Management.

Plano CD
PLANO CD – CUSTOS DE GESTÃO DOS RECURSOS (EM R$) TIPO ACUMULADO 2025 Tx. Adm.(Adm+Investidos+Rebates) (3.426.717,20) Taxa de Custódia (498.181,18) Taxa SELIC/CETIP/CVM (621.908,44) PIS/COFINS Outras Despesas (27.123,32) Consultorias (80.481,08) Total (4.573.930,14)

A gestão dos investimentos do Plano CD da FASC constitui-se de perfis de investimento que tem estilo de gestão ativo, utilizando fundos de investimento no segmento de renda fixa, renda variável, multimercados e investimento no exterior, conforme estudo técnico de Fronteira Eficiente que subsidia a Política de Investimento em suas respectivas macro alocações, definindo alvos e bandas, que são seguidos pelos gestores de recursos. A gestão de ativos é terceirizada integralmente.

Política de Investimentos 2026 – Plano CD

Alocação dos Recursos
POLITICA CD 2026 – ALOCAÇÃO SEGMENTO MINIMO MAXIMO ALVO Renda Fixa 45% 100% 83,12% Renda Variável 30% 3,72% Inv. Estruturados 15% 8,55% Inv. Exterior 10% 4,62% Imobiliário
Índices de Referência
POLITICA CD 2026 – INDICES DE REFERENCIA SEGMENTO INDEXADOR Renda Fixa 97,17%CDI + 2,83%(IPCA+4,3%) Renda Variável IBrX Inv. Estruturados CDI Inv. Exterior MSCI World Ponderação Total 88,83%CDI+2,35%(IPCA+4,3%)+3,72%IBrX+4,62%MSCI

Política 2026 – Perfil Super Conservador

Alocação
PERF. SUPER CONSERVADOR 2026 – ALOCAÇÃO SEGMENTO MINIMO MAXIMO ALVO Renda Fixa 100% 100% 100%
Indexador
PERF. SUPER CONSERVADOR 2026 – INDEXADOR SEGMENTO INDEXADOR Renda Fixa CDI Ponderação Total CDI

Política 2026 – Perfil Conservador

Alocação
PERFIL CONSERVADOR 2026 – ALOCAÇÃO SEGMENTO MINIMO MAXIMO ALVO Renda Fixa 79% 100% 90,40% Renda Variável 3% Inv. Estruturados 13% 7,60% Inv. Exterior 6% 2,00% Imobiliário
Indexador
PERFIL CONSERVADOR 2026 – INDEXADOR SEGMENTO INDEXADOR Renda Fixa CDI Renda Variável IBrX Inv. Estruturados CDI Inv. Exterior MSCI World Ponderação Total 98% CDI + 2% MSCI World BRL

Política 2026 – Perfil Moderado

Alocação
PERFIL MODERADO 2026 – ALOCAÇÃO SEGMENTO MINIMO MAXIMO ALVO Renda Fixa 63% 98% 70,90% Renda Variável 10% 4,10% Inv. Estruturados 15% 15,00% Inv. Exterior 10% 10,00% Imobiliário
Indexador
PERFIL MODERADO 2026 – INDEXADOR SEGMENTO INDEXADOR Renda Fixa CDI Renda Variável IBrX Inv. Estruturados CDI Inv. Exterior MSCI World Ponderação Total 85,9%CDI + 4,1%IBrX + 10%MSCI World BRL

Política 2026 – Perfil Agressivo

Alocação
PERFIL AGRESSIVO 2026 – ALOCAÇÃO SEGMENTO MINIMO MAXIMO ALVO Renda Fixa 45% 90% 52,90% Renda Variável 10% 30% 22,10% Inv. Estruturados 15% 15,00% Inv. Exterior 10% 10,00% Imobiliário
Indexador
PERFIL AGRESSIVO 2026 – INDEXADOR SEGMENTO INDEXADOR Renda Fixa CDI Renda Variável IBrX Inv. Estruturados CDI Inv. Exterior MSCI World Ponderação Total 68%CDI + 22%IBrX + 10%MSCI World BRL

Política 2026 – Carteira RV (BD)

Indexador
CARTEIRA RV (BD) 2026 – INDEXADOR SEGMENTO MINIMO MAXIMO ALVO Renda Fixa 100% 100% 100%
Meta Atuarial
POLÍTICA 2026 SEGMENTO INDEXADOR Renda Fixa INPC+4,30% Ponderação Total INPC+4,30%

Política de Investimentos 2026 – Plano BD

Alocação
POLITICA BD 2026 – ALOCAÇÃO SEGMENTO MINIMO MAXIMO ALVO Renda Fixa 100% 100% 100%
Meta Atuarial
POLITICA BD 2026 – META ATUARIAL PLANO BD META ATUARIAL Total INPC + 4,94% a.a.
Controle de Riscos
PLANO BD 2026 – CONTROLE DE RISCOS TIPO DE RISCO MONITORADO Risco de Mercado Risco Legal Risco de Liquidez Risco Operacional Risco de Contraparte

Política de Investimentos 2026 – PGA

Alocação
POLITICA PGA 2026 – ALOCAÇÃO SEGMENTO MÍNIMO MÁXIMO ALVO Renda Fixa 100% 100% 100%
Indexador
POLITICA PGA 2026 – INDEXADOR SEGMENTO INDEXADOR Renda Fixa CDI
Controle de Riscos
PGA 2026 – CONTROLE DE RISCOS TIPO DE RISCO MONITORADO Risco de Mercado Risco Legal Risco de Liquidez Risco Operacional Risco de Contraparte
Celebrar as conquistas
Capítulo 11

Atas das Reuniões

Celebrar as conquistas.

Chegar ao fim do percurso confirma que o esforço valeu a pena. É o momento de usufruir da conquista e sentir orgulho das decisões que sustentaram essa vitória.

Celebrar é importante para fortalecer a confiança e cria base para novos avanços. Ao valorizar as conquistas alcançadas, seguimos com mais motivação e segurança para as próximas jornadas.